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Paulo Moraes reeleito para mais um biênio no Rio Bonito Atlético Clube

22/04/2013


Paulo Moraes reeleito para mais um biênio no Rio Bonito Atlético Clube

 

Texto: Flávio Azevedo
Fotos: Flávio Azevedo e Rafaela Cardozo

Junto com amigos e parte da diretoria, o presidente Paulo Moraes (camisa cinza) exibe com a mão, o "V" de vitória.

Cento e trinta e um sócios compareceram ao Rio Bonito Atlético Clube (RBAC) nesse sábado (20/04) para participar das eleições que definiu a nova presidência do clube, que completa 62 anos no próximo dia 7 de maio. Foi reeleito, o presidente Paulo Gustavo Brandão Moraes. Dos 131 votantes, três votaram contra a reeleição e um anulou o voto. Os outros 127 votos foram favoráveis a permanência do grupo atual. De acordo com o presidente Paulo Moraes, o fortalecimento do clube; a ampliação do quadro de sócios; e a construção de uma piscina semi-olímpica, para o incentivo ao desporto aquático, no clube e no município, são as principais metas da nova diretoria.
 

 

O RBAC foi fundado em 7 de maio de 1951 com o nome de Proletário Atlético Clube. O nome atual foi dado apenas em 17 de agosto de 1960, na presidência de Dionísio Sá Leones, um dos principais nomes da historia do alvianil. Com o passar dos anos o RBAC cresceu, sobretudo nos últimos 15 anos quando o clube se tornou uma das maiores entidades esportivas e associativas da região.

 

Testemunha viva

 

 
 

Em entrevista a nossa reportagem no dia 1º de agosto de 2010, o empresário Antonio Figueiredo, figura que personifica o RBAC, narrou uma historia de superação, solidariedade, amizade, amor e dedicação ao clube. Ele comentou nomes como José Alves Ventura, Dionísio de Sá Leones, José Moutinho e muitos outros que contribuíram de maneira importante para o surgimento do alvianil riobonitense. Presidente do clube em duas ocasiões (1974/1981 e 1987/1989), Figueiredo detalhou como se deu a fundação do RBAC.

– Não tínhamos campo para treinar e invadimos isso aqui igual os sem terra. O problema é que o dono apareceu e tivemos que comprar a propriedade. Mas onde arrumar dinheiro, se éramos um bando de quebrados? O negócio estava para não acontecer, quando surge Dionísio de Sá Leones, que arranjou o dinheiro. Mas aquele grupo quebrado, do qual eu fazia parte, não imaginava que no futuro, o nosso sonho se tornaria esta realidade – conta Figueiredo, enquanto olhava a estrutura do Salão Nobre José Egger.

 

 
 

Se os atuais diretores do Rio Bonito Atlético Clube encaram com naturalidade o crescimento da agremiação e por cautela fogem dos elogios, Antônio Figueiredo ressalta que “o clube teve a sorte que poucas entidades têm: encontramos elementos bons que não pensam apenas em ficar rico. São pessoas que se preocupam com o desporto e com o município”.

 

Figura tradicional na diretoria do clube, o advogado e contabilista, José Américo dos Santos, elogia o presidente Paulo Moraes e afirma que Paulinho, como o presidente é mais conhecido, “tem grande participação no processo de reconstrução do RBAC, pois se trata de uma pessoa que tem muita visão, realizou muita coisa no clube e conseguiu transmitir a sua filosofia de trabalho”, concluiu.

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